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Carta aberta da Direx destituída da Unimed

“Por muito tempo, nós, da Diretoria Executiva da Unimed Belém nos silenciamos diante das barbaridades que estavam sendo disseminadas entre os colegas nos recusando a entrar no jogo de convencimento de cooperados, pois acreditamos que a verdade sempre prevalece, ou deveria prevalecer.

Todos esqueceram que, por trás do cargo, existem seres humanos, diretamente impactados, extremamente cansados e indignados com as calúnias que estão sendo propagadas, sem sequer compartilharem nossa defesa ou ao menos o motivo das decisões tomadas.

Silenciamos sozinhos a tristeza e desrespeito que pairou sobre os nossos caráteres, desde a divulgação de supostas faltas graves que o Conselho Fiscal de forma irregular espalhou sem aguardar a apuração ou sequer nossa defesa.

Tentaram empurrar goela abaixo uma convocação de Assembleia para destituição da Diretoria, rasgaram não só o nosso estatuto e regimento como a nossa Constituição Federal, expondo pessoas nominalmente, sem qualquer oportunidade de defesa, com outra Assembleia, com mudança de pauta, não possibilitou o formato híbrido virtual, instituição de procedimento de destituição definitiva sem o devido contraditório.

Estávamos respondendo administrativamente e nossa defesa devidamente protocolada no Comitê Técnico, o que era efetivamente capaz de apurar, não foi sequer apresentada nesta Assembleia realizada domingo, 22/01.

Ao contrário, criaram um ambiente hostil que intimidou cooperados e a nós de estarmos presentes na Assembleia, pois de um universo de 2.000 cooperados, a vontade de 231 reinou. Assembleia esta que, para nos destituir de forma definitiva, possibilitou 20 minutos de defesa para todos da Diretoria.

Forçar um procedimento de destituição publica dos Diretores perante os cooperados sem a devida defesa? Sermos constantemente apontados na rua como bandidos por achismos? Retornamos a era do julgamento em praça pública? Sem defesa, sem provas, sem decisão?

Todas as provas estavam sendo produzidas em processo administrativo e a principal delas seria uma auditoria para apurar as supostas faltas, e sem isso, expor nós cooperados ao vexatório e desconhecido de um julgamento público cheio de nulidade é um verdadeiro desrespeito ao ser humano, nossos familiares e aos princípios basilares da nossa sociedade.

Seguiremos com a certeza de nossa conduta e atuação ética na demonstração da verdade!”

Antonio Travessa, Sandra Leite, Alberto Anijar, Robson Tadashi e Elaine Figueiredo.

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