A 27ª Unidade de Conservação do Estado do Pará abrange os municípios de Jacareacanga e Novo Progresso, no sudoeste paraense. O Decreto nº 1.944/2021 foi assinado pelo governador Helder Barbalho na quinta-feira, 21, e publicado ontem (22) no Diário Oficial…

O Atlas da Dívida dos Estados Brasileiros, lançado no Fórum Internacional Tributário pela Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital, aponta que a dívida ativa das empresas com os entes federados soma estratosféricos R$ 896,2 bilhões, significando 13,18% do PIB…

Ao abrir oficialmente o Forma Alepa/Elepa, o presidente da Assembleia Legislativa do Pará, deputado Chicão, destacou a importância do trabalho que vem sendo executado pela Escola do Legislativo, treinando, qualificando e atualizando gestores, vereadores e servidores públicos, que dessa forma…

Em Itupiranga, força-tarefa do Ministério Público do Trabalho no Pará e Amapá, Auditoria Fiscal do Trabalho, Defensoria Pública da União e Polícia Federal resgatou sete trabalhadores em condições análogas às de escravos, em duas fazendas no sudeste paraense, e prendeu…

Carnaval na floresta em Cametá

Arara, macaco, sapo, jacaré, boto, cobra, jabuti e outros bichos desfilam hoje no Carnaval na Floresta da comunidade de Juaba, vila de Cametá, cidade histórica do Pará que é a mais pacata da Amazônia e uma das mais pacíficas do Brasil. Lá, crianças homenageiam animais do imaginário amazônida-parauara no bloco Cordão da Bicharada, desde 1975, quando Mestre Zenóbio Gonçalves lançou seu admirável manifesto ecológico.
Aos 70 anos, há 43 o velho mestre produz fantasias de animais a partir de restos vegetais, sarrapilheira e malva, aproveitando também materiais sintéticos industriais (pelúcia, isopor, TNT, espuma), comparáveis aos parangolés e penetráveis de Hélio Oiticica. Reconhecido em 2017 pelo Prêmio Manifestações Culturais da Fundação Cultural do Pará, Mestre Zenóbio começou com cerca de 20 bichos e hoje já passam de 120 representações animalescas de várias espécies, todas vestidas pela turma miúda.  
E para quem não pode ir a Cametá, ainda dá tempo de conferir a exposição “De Cametá à Belém: Caminhos da Bicharada de Mestre Zenóbio”, que fica aberta até amanhã no hall Ismael Nery, no Centur. A entrada é livre e gratuita. 
As fotos são de Raimundo Paccó.

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