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Cadê a polícia comunitária?

O
governador Simão Jatene precisa tomar conhecimento de que o seu discurso não
está sendo implementado. Até hoje o secretário de Segurança Pública ainda não
nomeou o Diretor de Prevenção à Criminalidade e à Violência e a coisa vai ficando por isso mesmo.

A anunciada
construção de 30 UIPPs e a da Terra Firme encheu de esperança a população. Mas a
primeira, inaugurada há mais de um ano, não funciona como deveria funcionar,
dentro da filosofia de Polícia Comunitária. O que há lá é um amontoado de
policiais, reduzindo o que seria um grande trabalho preventivo em mais uma
delegacia. E mais: os seis cursos nacionais de polícia comunitária, previstos
para serem realizados por convênio assinado com a Secretaria Nacional de
Segurança Pública, não foram realizados por falta de quorum por parte dos
órgãos de segurança: simplesmente não mandaram os policiais civis e militares e
nem os bombeiros para a sala de aula. 

Como se vê, até os recursos já garantidos para prevenir e combater a violência têm sido desprezados, os conceitos ignorados e salta aos olhos a falta de interesse. Sem mover uma palha, como esperar reduzir a criminalidade? E essa história de chamar a imprensa para mostrar estatísticas irreais só não cansou quem faz uso dela. Vão insistir nisso até quando? Acreditem. A população não é burra. 

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