Evellyn Vitória Souza Freitas nasceu no chão do banheiro do Hospital Municipal de Portel, município do arquipélago do Marajó (PA), no dia 28 de julho de 2021, por volta das 8h da manhã, prematura de 28 semanas e dois dias, pesando 1Kg e 39…

Vanete Oliveira, a jovem marajoara de 28 anos e mãe de cinco filhos que sofre há catorze anos com um tumor enorme em um dos olhos, que lhe cobre quase a metade da face, já está internada no Hospital Ophir…

Equipes da Divisão de Homicídios e da Delegacia de Repressão de Furtos e Roubos estavam monitorando há um mês o grupo criminoso que planejava roubar em torno de R$ 1 milhão no caixa eletrônico do Banpará localizado dentro do Hospital…

Vanete Oliveira, 28 anos, mãe de cinco filhos, vive em Portel, município do arquipélago do Marajó(PA). Ela sofre há catorze anos dores atrozes além do desconforto, trauma e todo tipo de dor física e psicológica, por conta de um tumor…

Bispo do Marajó agredido em Soure

É muito grave a situação em Soure, no arquipélago do Marajó. Servidores públicos e integrantes de movimentos sociais ocuparam a prefeitura desde ontem, reiterando uma pauta de reivindicações já apresentada há meses. Hoje, o Bispo do Marajó, Dom José Luiz Azcona, reconhecendo a legitimidade dos pedidos, foi interceder pelo atendimento aos pleitos. Entretanto, em reunião, o advogado do prefeito, Ricardo Corrêa, exaltado, ofendeu o religioso e chegou a abanar as mãos em seu rosto. O prefeito João Luiz Melo(PT) teve que sair escondido pelos fundos para não ser surrado pela população, que aderiu ao movimento e se aglomerava em frente ao prédio, revoltada pelo tratamento ao Bispo. Dom Azcona tem 75 anos, é incansável em seu papel de evangelizar e proteger os mais pobres, está sem se alimentar o dia inteiro tentando ajudar a apaziguar os ânimos e certamente não merece ser desrespeitado. Como o prefeito reuniu com os dirigentes sindicais dentro da prefeitura mas se recusou a conversar com o povo na rua, a turba partiu em direção à residência do alcaide e exige a sua renúncia imediata. O quadro é alarmante. O efetivo da PM é insuficiente para conter os 23 mil habitantes da cidade.

As reivindicações da população estão elencadas em petição pública: o descalabro na saúde, expresso na falta de remédios e instrumentos nos postos de saúde, mofo e infiltração no hospital, precariedade nos programas de saúde preventiva, ausência de pré-natal, falta de água potável, unidades de saúde e ruas destruídas, prédios públicos em ruínas, obras paralisadas, escuridão nas vias públicas, trabalho em ambiente insalubre e não pagamento dos direitos trabalhistas. A situação de abandono no município se completa pela falta de promotor de justiça fixo e pela inoperância da Câmara Municipal. As demandas incluem a instalação de uma agência da Caixa Econômica Federal, porque a lotérica local não consegue atender as necessidades, e programas que evitem o êxodo de jovens por absoluta falta de oportunidades de trabalho. 

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