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Bicentenário de Poe

É verdade! Tenho sido e sou nervoso, muito nervoso, terrivelmente nervoso! Mas, por que ireis dizer que sou louco? A enfermidade me aguçou os sentidos, não os destruiu, não os entorpeceu. Era penetrante, acima de tudo, o sentido da audição. Eu ouvia todas as coisas, no céu e na terra. Muitas coisas do inferno ouvia. Como, então, sou louco? Prestai atenção! E observai quão lucidamente, quão calmamente vos posso contar toda a estória.”
(Edgar Allan Poe – 1809 – 1849, início do conto O Coração Denunciador (The Tell – Tale Heart), de 1843).
Ontem, 19 de janeiro, foi o marco dos 200 anos de nascimento de Edgar Allan Poe. As cinco cidades norte-americanas onde o poeta e contista viveu – Boston, Richmond, Baltimore, Filadélfia e Nova York – fizeram exposições, leituras de suas obras e mesas-redondas. Ele seduziu gênios como Henry James, Kafka, Thomas Mann, Julio Verne, Baudelaire, Fernando Pessoa e Machado de Assis. Os dois últimos, inclusive, verteram para o português o poema O Corvo, obra de grande virtuosismo técnico. Como lembra matéria do jornal O Estado de S. Paulo, Borges certa vez já declarara que “a literatura atual seria inconcebível sem Whitman e sem Poe”. Na música, foi inspiração para vários compositores clássicos, de Debussy a Philip Glass, e populares, caso de Bob Dylan, Lou Reed e a banda Iron Maiden, entre muitos outros. No cinema, adaptações foram feitas por diretores como Buñuel, Fellini, Roger Corman e Louis Mille. No momento, Sylvester Stallone prepara uma cinebiografia de Poe.

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