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Baleamento do delegado geral pode desaguar na Corregedoria

Os policiais civis em greve bradaram em frente à Alepa que o delegado geral Rilmar Firmino estava de folga e não fazendo ronda, na madrugada em que foi baleado por assaltante, tanto que não estava protegido por colete à prova de balas. Ele teria sido visto na Casa das Onze Janelas, acompanhado pela Capitã PM Simone e por um irmão, pouco antes do episódio. O tiro que atingiu o bandido também teria sido disparado pela capitã, que é lotada no gabinete do Comando Geral da PM, em serviço administrativo, e não de rua. A questão de maior realce é que o delegado dirigia carro oficial descaracterizado, de uso exclusivo em serviço.
 
Os policiais se queixam de que se fosse qualquer outro delegado já estaria respondendo a um Processo Administrativo Disciplinar instaurado pela Corregedoria. A  delegada Regina Márcia Raiol Lima, corregedora da Polícia Civil em exercício, disse que não tem conhecimento dessa situação mas que se for comprovada a veracidade das denúncias o delegado geral será punido como qualquer outro policial.
 
O promotor de justiça militar Armando Brasil estranhou a presença da oficial nas circunstâncias do baleamento do delegado geral e já expediu ofício ao comandante geral da PM, coronel Daniel Borges Mendes, requisitando informações acerca da atuação da capitã, bem como escala de serviço e a ordem de missão à qual estava incumbida.

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