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Atentado ao patrimônio de Belém

Na
sessão de hoje na Câmara Municipal de Belém, o quase ex-vereador Gervásio
Morgado (PR) atacou a professora Rose Norat, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
da UFPA, que em 2008 era técnica da Fumbel e integrava a equipe que coordenava
a elaboração do Plano Diretor Urbano de Belém, quando foi revogada lei de
autoria de Morgado, a mesma que Raimundo Castro (PTB), candidato a vice na
chapa de Anivaldo Vale (PR), está apresentando agora a fim de alterar o Modelo
Urbanístico da ZAU-7, setor II (parte da Cidade Velha, Reduto e Nazaré), de
modo a permitir a construção de comércio varejista superior a 10 mil metros
quadrados e gabarito de até 40 m altura, ou seja, prédio de cerca de 11 andares
em bairros históricos.
A
sessão virou um bate-boca
generalizado e o espetáculo deprimente protagonizado por Morgado e Castro acabou
sendo encerrado por falta de quorum, porque a oposição, liderada pelo vereador
Marquinho do PT, se retirou. O vereador Raul Batista (PRB), que andava ausente
das últimas reuniões, voltou a se pronunciar contra qualquer votação sem que os
vereadores tenham em mãos os pareceres da comissão técnica. Foi articulado para
que amanhã o promotor de justiça Raimundo Moraes acompanhe a sessão.
A
população de Belém chegou ao cúmulo de ter que montar vigília permanente para
impedir que vereadores que só agem em interesse próprio entreguem a cidade à
especulação imobiliária.
Cliquem em cima das imagens para ler melhor as
conclusões dos pareceres da Comissão Técnica (de 9 laudas cada um), sobre o
projeto de Castro e Morgado que altera o m
odelo urbanístico do Centro
Histórico de Belém e da sua área de entorno

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