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O blog recebeu denúncia e pedido de orientação dos empregados do Pará Clube. Relatam que Luiz Batista Melo, CPF 04953487249, é diretor de sede do clube e acumula funções de presidente do Sindicato dos Funcionários de Clubes Sociais do Pará; que 18 colegas ainda não receberam os salários de abril e maio; e que diversos empregados têm férias vencidas há dois anos. Afirmam que, quando ele não era da diretoria, denunciou diversas vezes o clube na Justiça do Trabalho e que a garçonete que não sair com ele não trabalha mais no clube – e muitas não falam nada por medo de perder o emprego -.
Os empregados que se sentem lesados devem imediatamente entrar com reclamação trabalhista. Se quiserem, podem fazer uso do jus postulandi, pelo que não precisam contratar advogado. O TRT da 8ª Região fica na Praça Brasil, e lá poderão dar entrada na Reclamatória para garantir seus direitos, sem precisar pagar um tostão por isso. Além das parcelas (salários, férias vencidas mais um terço, 13º, horas extras, adicional noturno, repouso remunerado, multas) a que fazem jus, podem também, na mesma ação, pedir indenização por assédio moral (por maus tratos, humilhações) e assédio sexual (no caso das mulheres vítimas de constrangimento pelo diretor). O blog está à disposição para maiores esclarecimentos e lhes deseja boa sorte. E torce para que algum diretor do Pará Clube, um dos mais tradicionais do Pará, leia este post e tome providências urgentes para coibir essa prática nojenta.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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