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As agruras do SOME

A professora Fabrícia, do Sistema
de Organização Modular de Ensino da Seduc em Abaetetuba, teve um problema no
dente e estava voltando para a cidade em busca de atendimento quando foi
abordada no rio por um bando de piratas e quase foi morta porque estava de
colete e eles confundiram-na com uma policial. Muito traumatizada, ela mudou de
comunidade mas nem consegue trabalhar. Tudo é muito difícil para esses
professores, que lecionam em condições extremamente adversas. Moram em
casebres, enfrentam todo tipo de perigo, e precisam ir à cidade comprar comida
porque nas comunidades ribeirinhas não há o que comprar nem qualquer tipo de
assistência médico-odontológica.

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