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APL celebra 100 anos de grande jurista

O orador com sua esposa, Damea, e a família do grande mestre homenageado.
A Academia Paraense de Letras celebrou com sessão especial o centenário de nascimento do saudoso advogado Daniel Coelho de Souza. Mais de duzentas personalidades prestigiaram o evento, presidido pelo vice-presidente do silogeu, o jornalista, escritor e professor João Carlos Pereira, e que teve como orador oficial o acadêmico José Wilson Malheiros da Fonseca, que sucedeu o grande jurista na cadeira nº 35 da APL e é magistrado trabalhista aposentado, professor, escritor, músico e advogado, também membro da Academia Paraense de Música e da Academia Paraense de Jornalismo, entre outras entidades da maior relevância. A soprano Márcia Aliverti e a pianista Adriana Azulay deram brilho maior à noite ao executarem “Ave, Maria”, de José Wilson, e “Vamos remar, meu bem”, de Wilson Fonseca, o maestro Isoca. 

Em seu discurso, José Wilson Malheiros da Fonseca destacou que Daniel Coelho de Souza ensinou a muitas gerações, tanto em sua cátedra na faculdade como pela vida afora, que a defesa de direitos, a resistência contra a opressão e a luta contra a intolerância traduzem as muitas razões que definem e marcam os caminhos da advocacia, e escolheu uma poesia de seu livro “Sentenças Escritas N’água” para homenagear o mestre. 

Relembrou que teve a felicidade de estudar na Faculdade de Direito do Largo da Trindade, no casarão onde atualmente funciona a OAB-PA, e que quando viajou de Santarém para estudar Direito em Belém seu pai, o maestro Isoca, que ocupou a cadeira nº 7 na APL, preveniu-o de que iria conhecer uma das grandes figuras da advocacia do Pará. José Wilson contou que, quando viu Daniel Coelho de Souza, logo no primeiro dia, pela porta entreaberta de uma sala de aula, ficou fascinado e confirmou o que o pai lhe dissera. Aquele homem que contemplava transmitia indiscutível autoridade moral e de seu semblante faiscavam os mais intrincados e belos conhecimentos da ciência jurídica.

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