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Administração emperrada

Ontem
à noite, por volta das 19 h, estava eu posta em sossego, conversando amenidades
no consultório da minha competente dermatologista, Ana Paula de Azevedo, que me
contava das maravilhas do triniti plus, aparelhinho milagroso de
rejuvenescimento facial que ela comprou para usar nas pacientes – já me
inscrevi, entrem na fila – quando… faltou luz.
Confiantes
no gerador do edifício, um dos mais elegantes de Belém, aguardamos o retorno da
energia. Depois de um tempão, nada. Aí olhamos para fora e vimos que a rua já
estava iluminada e só o prédio de consultórios em que estávamos – o Metropolitan
Tower, na Rua dos Mundurucus -, permanecia às escuras. A secretária, então, ligou
para a portaria e fomos informadas de que o gerador estava em pane (isso já
sabíamos), que na volta da energia algum problema acontecera (também já
deduzíramos) e que “a” pessoa que saberia consertar estava sendo chamada,
mas… ainda não tinha sido localizada(!).
Éramos
seis pacientes e nem chegamos a ser atendidas. O consultório ao lado, do médico
Bruno Paes Barreto, estava lotado, assim como vários outros, em pavimentos
diferentes. Depois de mais algum tempo de espera inútil, incorporei minha porção
Sherlock Homes e propus ao grupo formar um comboio para descermos em segurança
os 21 andares até o térreo, já que não havia previsão da volta da energia. E
assim, fomos, todas de salto alto, armadas com as lanternas dos celulares –
metade dos andares sem as lâmpadas de emergência – até o G1, pagar o estacionamento,
e só então pudemos sair, debaixo da chuva fortíssima que desabara sobre Belém.

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