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A selvageria no trânsito

É pacífico entre as pessoas que passam pelo menos um dia em Belém do Pará
que o trânsito virou questão de vida ou morte. Os engarrafamentos não têm mais
local, dia nem hora. Além da enorme descarga de gás carbônico, que piora muito
o meio ambiente, o estresse acaba com a saúde de qualquer um.
Hoje e amanhã, o Seminário “Vida no Trânsito” discute soluções
possíveis a fim de pelo menos reduzir o elevado índice de acidentes envolvendo
carros e motos, e propõe metodologias aplicadas com sucesso na gestão do
tráfego em outras capitais.
Sob a coordenação da Sespa e do Detran-PA, a pauta envolve fatores de
risco como álcool, velocidade, motociclistas e pedestres, e os focos de ação, a
exemplo da educação, fiscalização e engenharia. O secretário de Estado de Saúde
Pública, Hélio Franco, ressalta a importância da parceria da sociedade, que
perde em média 40 mil pessoas por ano em acidentes de trânsito, o que repercute
nas políticas públicas: 40% dos leitos de UTI estão ocupados por vítimas de
acidente de trânsito, um mês de internação, em média, custa R$ 10 mil ao SUS e
a diária em uma UTI R$ 1.500,00.
O coordenador de Planejamento do Detran, Carlos Valente, psicólogo
especialista em trânsito, vai proferir a palestra “O Observatório de Trânsito
do Pará”,  e revela: em 2003, o Pará
tinha 390.186 veículos. Em 2011, esse total pulou para 1.110.360. Em Belém, em
2003, havia 156.871 veículos e em julho de 2012 passou a 330.993, dos quais
188.220 automóveis e 72.462 motocicletas. E as ruas continuaram praticamente as
mesmas.
A principal causa dos acidentes é a prática de manobras irregulares
(44,22%), seguida da falta de atenção, responsável por 13,72%.
Só no ano passado, 18.080 veículos se envolveram em acidentes, dos
quais 8.032 em Belém, resultando em 804 mortos no Estado, dos quais 371
motociclistas. Em Belém, em 2011, o Detran computou 98 vítimas fatais, 34 delas
motociclistas. Não fatais, 9.937, das quais 1.042 condutores e 5.174
motociclistas. Em Belém, foram 3.324 vítimas não fatais: 643 condutores e 1.418
motociclistas.
A falta de civilidade no trânsito só pode acabar em tragédia. Já está
passando da hora de todo mundo se dar conta de que esta é uma responsabilidade
de cada um.

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