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A identidade cabana e os acervos institucionais

O Teatro Popular Nazareno Tourinho foi palco da exibição da obra “Cabano Paraense”, do artista Alfredo Norfini, que teve leitura visual na tarde desta sexta-feira, 6, para marcar os 188 anos de história da Cabanagem e o início da programação alusiva aos 407 anos de Belém. O evento foi realizado pela Prefeitura de Belém, através da Fundação Cultural de Belém (Fumbel), e incluiu uma mesa-redonda, que debateu a importância dos acervos institucionais na memória do movimento popular.

“É uma das obras mais reproduzidas do acervo do Museu de Arte de Belém, data da década de 1940 e busca mostrar uma representação da identidade do povo cabano”, explicou o diretor do Museu de Arte de Belém (Mabe), Emanoel Jr.

A identidade cabana e como a obra “Cabano Paraense” representa apenas um de tantos povos de diferentes etnias que participaram do movimento ampliaram a discussão sobre os acervos institucionais sobre a Cabanagem e também edificações como a Aldeia Cabana e Memorial da Cabanagem.

A mesa-redonda foi composta pela historiadora e antropóloga, pesquisadora do Sistema Integrado de Museus e Memoriais, Dayseane Ferraz; pelo historiador e diretor do Arquivo Público do Estado do Pará, Leonardo Torii e pelo museólogo, antropólogo e diretor do Mabe,  Emanoel Jr.

A Cabanagem foi um movimento popular durante o período imperial brasileiro, que ascendeu ao poder e durou cinco anos, entre 1835 e 1840, marcando a história do Estado do Pará e da cidade de Belém. A revolução foi a única do Brasil que levou o povo ao poder e uniu indígenas, camponeses e demais povos tradicionais que buscavam igualdade social e fim da escravidão.

A professora doutora Dayseanne Ferraz da Costa Pinto abordou as Memórias da Cabanagem em acervos institucionais. Ela é a 7ª ocupante da Cadeira nº 33 do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, cujo patrono é Paul Le Cointe e o fundador e primeiro ocupante Bolívar Bordallo da Silva, sucedido por Edgar Augusto Vianna, Carlos Alberto Amaral Costa,  Raynero de Carvalho Maroja, José Maria Varella Pereira (que renunciou) e João Márcio Palheta.

A programação de aniversário de Belém promovida pela Fumbel continua até o fim do mês, com acesso livre e gratuito a toda a população.

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