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À espera de uma explicação

O Portal da Transparência do TJE-PA publicou, na semana passada, a remuneração de seus
servidores. O valor exorbitante recebido por alguns causou escândalo. O
jornalista Carlos Mendes, repórter especial do Diário do Pará e correspondente
da Agência Estado, pediu esclarecimentos ao tribunal. Para espanto de toda a
sociedade paraense, não só não houve qualquer explicação, como foram retiradas
do portal
do TJ
as informações da folha salarial relativas a outubro, novembro e
dezembro de 2012.
A maior remuneração, de exatos R$141.695,91, é
justamente da atual secretária de Finanças da Prefeitura de Belém, Sueli Ramos
Azevedo, a mesma que pediu – e teve deferida – gratuidade processual como pobre
no sentido da lei. A mesma que não pagou o seu IPTU, nem depois de executada
judicialmente, e só o fez depois que o caso se tornou público e constrangeu o
prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, ainda na sua primeira semana de mandato.
Tais valores, que extrapolam em muito o teto
constitucional, ofendem a própria Magistratura. Quantos juízes que acumulam
Comarcas, fazem itinerância em viagens perigosas, são jurados de morte por
serem probos e comprometidos com a aplicação da Justiça, não recebem sequer um
quinto desses vencimentos? A que título são pagas tais “vantagens eventuais”
descritas no detalhamento da folha de pagamento do TJE-PA? São perguntas de interesse
público. Que a nova presidente, desembargadora Luzia Nadja Nascimento, oriunda
do MPE-PA, certamente não deixará sem resposta.


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