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A divisão do bolo

Os projetos de empréstimos ao BNDES, BID e BB pelo governo do
Pará só vão ser votados depois do resultado das eleições, com a nova rearrumação política, de acordo com o
quadro que se desenhar. É que agora tanto a oposição quanto os aliados (?) não querem saber de garantir
mais dinheiro na mão do PSDB, às vésperas das eleições (de 2014) sem antes acertar direitinho a distribuição das
fatias do bolo, tanto os percentuais quanto os municípios onde serão aplicados.
Ontem, o deputado Parsifal Pontes, líder do PMDB, em conversa
com os jornalistas que cobrem a Alepa, comentava que já foram autorizados financiamentos
de cerca de R$1 bilhão ao governador Simão Jatene(PSDB) e que, com os que estão
pendentes, totalizariam R$3 bilhões antes de chegar à metade do mandato,
enquanto na gestão da governadora Ana Júlia Carepa(PT) foram autorizados cerca
de R$1,8 bilhão nos quatro anos e ela nem conseguiu aplicar tudo. Lembrando que
o orçamento do Pará é apertado, Parsifal avaliou que o estoque de dívidas do Estado
já alcança o patamar dos R$ 15 bilhões e que a bomba deve estourar daqui a uns dez anos.
Comparo essa situação à do especulador financeiro que aposta
no mercado de ações futuro. Se subir o preço, fica rico. Se não, é a
bancarrota. No caso do Pará, se a taxa mineral – que está sendo questionada
judicialmente – vingar, entra um bom dinheiro extra. Caso contrário, tempos
mais difíceis virão.

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