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A agonia dos pacientes pobres em Belém

O procurador regional dos Direitos do Cidadão, Alan
Mansur, enviou recomendação à Secretaria Municipal de Saúde para a
regularização dos pontos mais críticos do atendimento no Hospital de
Pronto-Socorro Municipal Humberto Maradei Pereira (HPSM Guamá), em Belém.

Oito medidas urgentes devem ser atendidas, em especial a não mais se atender ou
internar(!) paciente nos corredores,
salvo em caso de calamidade pública ou grande desastre natural.  Em vistoria
técnica, o procurador da República Alan Mansur e o Departamento Nacional de
Auditoria do SUS, órgão do Ministério da Saúde, constataram a precariedade e a
condição indigna de acolhimento e assistência nos serviços de urgência e
emergência à população. 


Não há traumatologistas em número suficiente (em vários dias e noites não há sequer
um para o atendimento de urgência); a estrutura física não comporta o
atendimento à demanda; os corredores  são
utilizados indevidamente como enfermaria (em média, 20 a 27 pacientes internados
nos corredores todos os dias, até mesmo com doenças contagiosas, como
tuberculose pulmonar); a Unidade de Reanimação funciona como mini-UTI; a triagem
de pacientes é feita em dependências inadequadas; o Bloco Cirúrgico não tem condições
adequadas nem para a assepsia das mãos da equipe, com graves riscos de infecção
hospitalar e agravamento das doenças; os serviços de apoio diagnóstico não
atendem à necessidade, causando demora excessiva na entrega do resultado,
prejudicando o diagnóstico e podendo causar agravamento de doenças e até mesmo
óbitos; e a falta de profissionais de apoio de retaguarda (sobreaviso) para os
plantões médicos, principalmente nas especialidades de traumatologia e
pediatria, causa interrupção do atendimento na ausência do plantonista. 

Leiam aqui a íntegra da recomendação. E vejam aqui o relatório fotográfico.

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