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A governadora Hana Ghassan deslanchou pessoalmente a segunda fase da operação “Escudo Feminino”, de combate à violência contra a Mulher no Pará. “A violência contra a mulher será combatida de forma efetiva. Nosso compromisso é fazer com que as mulheres paraenses se sintam protegidas. Esse também é um recado claro aos agressores: criminoso não terá paz no nosso governo. Faremos quantas operações forem necessárias para proteger as mulheres e a população do nosso estado”, garantiu Hana Ghassan.

Sem dúvida, só uma mulher entende a importância, a necessidade e a urgência de providências quanto à prevenção e repressão qualificada ao verdadeiro massacre feminino que acontece diariamente, além de orientação e amparo às vítimas.

Ao todo, 894 agentes das Polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, Polícia Científica e demais órgãos vinculados à Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social estão na força-tarefa, durante os dois dias de operação (ontem e hoje, 19), em mais de 80 municípios.

Contudo, o Pará tem 144 municípios. O estado é o segundo maior do Brasil em extensão territorial e abriga o maior município do país em área, Altamira, o que evidencia que quase metade ainda está sem esse atendimento.

É absolutamente imperioso que em todos os municípios sejam instaladas Delegacias da Mulher, com rondas ostensivas, monitoramento, atividades investigativas e fiscalização de medidas protetivas, bem como atendimento das ocorrências registradas pelo Centro Integrado de Operações (Ciop), com o emprego de lanchas rosas no amparo à população ribeirinha e agilidade na realização de exames e perícias relacionados a violência doméstica, sempre de forma integrada com o Ministério Público e o Tribunal de Justiça.

Lançada em abril pela governadora Hana Ghassan, a plataforma “SOS Mulher – Proteção Sem Palavras” permite atendimento ágil por meio de integração direta com o número 190. Com cadastro prévio no site da Segup, a mulher passa a ser identificada automaticamente ao acionar o serviço de emergência, sem precisar se comunicar verbalmente. A tecnologia permite o monitoramento em tempo real da localização da vítima, garantindo o envio imediato das equipes ao local da ocorrência.

“O Estado não tolera violência contra a mulher e os agressores sentirão o rigor da lei”, declarou o secretário Estado de Segurança Pública e Defesa Social, coronel Ed-Lin Anselmo.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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