Publicado em: 28 de julho de 2012

FOTO: TAMARA SARÉ
O
livro “Aritapera: Terra, Água, Mulheres
& Cuias”, organizado pelos antropólogos Antônio Maria de Souza Santos,
do Museu Paraense Emílio Goeldi, e Luciana Gonçalves de Carvalho, da UFOPA, é o
primeiro volume da coleção “Mapeamento Cultural do Pólo Tapajós”. A coleção versa
sobre manifestações artístico-culturais dos municípios de Santarém, Belterra e
Oriximiná, pelo Programa Nacional de Desenvolvimento do Turismo no Estado do
Pará (Prodetur).
livro “Aritapera: Terra, Água, Mulheres
& Cuias”, organizado pelos antropólogos Antônio Maria de Souza Santos,
do Museu Paraense Emílio Goeldi, e Luciana Gonçalves de Carvalho, da UFOPA, é o
primeiro volume da coleção “Mapeamento Cultural do Pólo Tapajós”. A coleção versa
sobre manifestações artístico-culturais dos municípios de Santarém, Belterra e
Oriximiná, pelo Programa Nacional de Desenvolvimento do Turismo no Estado do
Pará (Prodetur).
“Aritapera” aborda a importância da utilização das cuias ornamentais
no universo amazônico e como elas estão inseridas no cotidiano das comunidades
ribeirinhas, com enfoque no distrito de Aritapera, situada na área de várzea do
rio Amazonas, distante cerca de 4 horas de barco de Santarém. O trabalho na
comunidade envolve cerca de 200 famílias, inseridas na Associação das Artesãs
Ribeirinhas de Santarém, criada em 2003 para aprimorar a produção e a
comercialização das cuias, valorizando os conhecimentos artesanais da região.
no universo amazônico e como elas estão inseridas no cotidiano das comunidades
ribeirinhas, com enfoque no distrito de Aritapera, situada na área de várzea do
rio Amazonas, distante cerca de 4 horas de barco de Santarém. O trabalho na
comunidade envolve cerca de 200 famílias, inseridas na Associação das Artesãs
Ribeirinhas de Santarém, criada em 2003 para aprimorar a produção e a
comercialização das cuias, valorizando os conhecimentos artesanais da região.
A obra é resultado de
uma pesquisa iniciada em 1977, e trata do artesanato de cuias em aspectos como
modos de fazer, iconografia, importância econômica e cartografia, além de
abordar histórias de vida de artesãs e experiências de intervenção e
organização da produção e comercialização, entre outros temas.
uma pesquisa iniciada em 1977, e trata do artesanato de cuias em aspectos como
modos de fazer, iconografia, importância econômica e cartografia, além de
abordar histórias de vida de artesãs e experiências de intervenção e
organização da produção e comercialização, entre outros temas.









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