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Fotos: Ozéas Santos
A Alepa outorgou a Medalha do Mérito
Comunitário Senador João de Paiva Menezes a várias personalidades que se
destacam por sua atuação. Os agraciados foram representados, na tribuna, pela
juíza Zuíla Lima Dutra, t
itular da
5ª Vara do Trabalho de Belém
, mestre e especialista em Direitos Fundamentais e das
Relações Sociais, professora universitária e da Escola Judicial (do TRT8 e do
TJE-PA) e da Escola Nacional de Magistrados Trabalhistas – ENAMAT, membro do
Conselho Consultivo da Escola Judicial do TRT da 8ª Região, coordenadora do
Programa Trabalho, Justiça e Cidadania nos Estados do Pará e Amapá, diretora de
Direitos Humanos e Cidadania da Amatra8, membro da comissão nacional e gestora
regional do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil do TST, membro da
Comissão Nacional de Direitos Humanos da Associação de Magistrados Brasileiros,
autora e coautora de livros e de diversos artigos publicados na revista do TRT8 e outros periódicos de circulação nacional.

A magistrada foi homenageada por indicação do deputado Raimundo Santos(PEN), presidente da Comissão de Constituição e Justiça e Ouvidor da Alepa, seu conterrâneo de Santarém(PA), e recebeu a comenda das mãos da deputada Luzineide Faria(PSD), que presidiu a sessão, e dos deputados Edmilson Rodrigues(PSOL) e Zé Francisco(PMN), além de Raimundo Santos. Edmilson foi o orador oficial da cerimônia e destacou o papel das mulheres na luta pelo bem estar das comunidades, lembrando a trajetória política do senador João Menezes, cujos filhos Heloísa Menezes dos Santos e Eduardo Menezes compuseram a Mesa oficial.

Em emocionante pronunciamento, a juíza Zuíla Dutra dividiu a honraria com a juíza Vanilza Malcher, titular da 2ª Vara do Trabalho de Belém e também gestora regional da campanha “Dê um cartão vermelho ao trabalho infantil” – a quem chamou de “companheira de luta” -, e a dedicou a todas as crianças e adolescentes em situação de risco. Falou do do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, “que vem, graças a Deus, contagiando a todos e somando forças para que a gente possa eliminar esse mal. Sabemos que tudo o que nós fizermos é pouco diante das necessidades da realidade que se apresenta, mas não podemos desanimar nunca, e acreditamos que, unindo a sociedade, não deixando só para o governo, para as famílias a responsabilidade, porque, se existe o trabalho infantil, mas como diz o artigo 227 da Constituição Federal, a responsabilidade é de todos nós; então, se cada um fizer a sua parte estará contribuindo para que, num futuro próximo, todas as crianças tenham o que comer, todas as crianças tenham escola, todas as crianças possam brincar e viver plenamente essa fase da vida. Homenageando as crianças que escaparam do trabalho infantil, eu quero agradecer em nome de todos os homenageados, cuja luta simboliza o empenho contra as desigualdades sociais e o que essa verdade representa para cada um de nós. Hoje, eu saio daqui fortalecida e sei que todos os demais homenageados também”.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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