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Para marcar os 50 anos do golpe militar, a sociedade  se debruça sobre os fatos e debate aquele momento histórico, que inaugurou os chamados anos de chumbo no Brasil.  Em Belém, o Governo do Estado, através do Instituto de Artes do Pará – IAP, idealizou a “Semana 1964 – Lembrar para não esquecer” e, ao longo de sete dias, reúne personalidades e promove debates, lançamento de livros e exibição de documentários. A abertura, no dia 31, será com o filme “Jango” de Sílvio Tendler. 

Será lançada a segunda edição do livro “Relatos Subversivos”, de Pedro Galvão, Roberto Cortez, Ronaldo Barata, Isidoro Alves, José Seráfico, André Costa Nunes, João de Jesus Paes Loureiro e Ruy Antônio Barata; dos livros “Araguaianas”, de Paulo Fonteles Filho; “Tempo de Resistência”, de Leopoldo Paulino; “Dando Nome aos Bois”, de João Lúcio Mazzini da Costa e José Seráfico de Carvalho; “Gracias a La Vida”, de Cid Benjamin; “Que as Armas não Falem”, de Paulo Markun; “Seu Amigo Esteve Aqui”, de Cristina Chacel; e “Impossível Chão”, de Alfredo Garcia Bragança. 

O documentário “30 Anos sem Vladimir Herzog”, produzido pela TV Cultura de São Paulo; e “Lua Nova do Penar”, de Leila Jinkings e Sidney Pires; “Araguaia, Campo Sagrado”, de Evandro Medeiros; “Barra 68”, de Vladimir Carvalho; e “O Dia que Durou 21 Anos” serão outros títulos imperdíveis, sempre a partir das 17h, com entrada franca. Vejam a programação completa aqui.

 A entrada é gratuita e haverá certificados de participação.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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