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O deputado Lélio Costa (PCdoB) apresentou projeto de lei estabelecendo que os registros de ocorrência  de homicídio perpetrado contra mulheres, lavrados pela Polícia Civil do Pará, passem a usar a denominação “feminicídio” e constem no banco de dados divulgado regularmente pela Secretaria de Estado de Segurança Pública. Lélio acentuou os números estarrecedores: em 2012, foram computadas 4.719 mortes de mulheres por meio violento no Brasil, ou 4,7 assassinatos para cada 100 mil mulheres. Mas o pior é que a realidade da violência sofrida pela mulher é muito mais grave do que as estatísticas oficiais. Muitos registros são perdidos, e não há nos próprios registros policiais a designação do crime de feminicídio, o que muito dificulta a aferição de números reais.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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