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Está
previsto para o próximo dia 20, pendente de confirmação, novo lançamento do
livro “A Vida e a Obra de Wilson
Fonseca (Maestro Isoca)
“, de autoria de seu filho, o desembargador
federal do Trabalho Vicente Malheiros da Fonseca, editado pela Gráfica do Banco
do Brasil.
Compositor, pianista,
saxofonista, violinista, baterista e regente autodidata; folclorista, escritor,
historiador e professor de música, o
maestro Isoca produziu mais de 1.600 peças dos mais variados gêneros musicais:
valsa, missa, ladainha modinha, tango, fox-trot, fox blue, hino, canção,
dobrado, marcha, samba, bolero, choro, toada, poema sinfônico e até a ópera amazônica
“Vitória Regia, o Amor Cabano”, que seu filho, o juiz trabalhista aposentado José Wilson Malheiros da Fonseca, concluiu. 
Isoca ocupou a Cadeira nº 24 da Academia Paraense de Música e a Cadeira nº 7 da Academia Paraense de Letras. Foi também carteiro,
administrador do Porto de Santarém, escrevente no Cartório do 1º Ofício da
Comarca de Santarém e caixa do Banco do Brasil. Sua extraordinária vida merece
ser conhecida e divulgada, especialmente em razão do seu centenário de
nascimento, em 17 de novembro deste ano.
Em 2005,
tomei a iniciativa de pedir à então secretária de Estado de Educação, Rosa
Cunha, que eu assessorava, que editasse a preciosa obra de Wilson Fonseca como
historiador e escritor. E tive a honra de ir buscar das mãos de José Agostinho
da Fonseca Neto, filho caçula do maestro Isoca, em Santarém, e trazer
literalmente em meus braços, em aeronave do Estado, os doze volumes de “Meu Baú Mocorongo“, publicado pelo
Governo do Estado em 2006, em seis volumes lindamente encadernados, numa feliz parceria
da Seduc, Secult e Arquivo Público.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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