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Depois de séculos de muita reclamação dos usuários, licitaram a contratação de embarcação turística para fazer a travessia Belém/Camará (em Salvaterra, arquipélago do Marajó). Na viagem de teste, o catamarã Álamo deu pane. Demorou meses para ser consertado e começar a operar, às vésperas do veraneio. Pois logo na primeira semana já ficou no prego, em plena rota, e até hoje necas da tantas vezes prometida viagem rápida e confortável. Detalhe da falta de respeito aos passageiros, historicamente tratados como gado: ninguém dá um pio explicando o que está acontecendo, e menos ainda providências eficazes.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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