Publicado em: 17 de janeiro de 2010
Iracema Antunes Batista firmou contrato com a Unimed de Florianópolis (SC) em 2001. Durante tratamento de câncer no ovário, ela precisou do remédio Granulokine, que ameniza os efeitos agressivos da quimioterapia, mas a empresa negou o pedido sob o argumento de que o plano não cobria esse tipo de serviço. A usuária acionou a Justiça e conseguiu o medicamento, mas a decisão da primeira instância negou o pedido de indenização por danos morais. Recorreu e a 1ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça mandou a Unimed pagar R$ 15 mil.









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