Publicado em: 26 de novembro de 2015
A complexidade que é praticar medicina na região amazônica está retratada nas crônicas, divididas em 21 capítulos, do neurocirurgião Érik Jennings, em seu livro Paradô, lançado durante o 8º Salão do Livro do Baixo Amazonas, em Santarém. A obra esgotou em 40 minutos, logo na noite de autógrafos.
A trajetória de Erik é curiosa. O médico santareno, além de suas funções no Hospital Regional do Baixo Amazonas, atua também com populações indígenas, remanescentes de quilombo, ribeirinhos e imigrantes, numa região em que proliferam doenças relacionadas à floresta, mas também câncer e trauma. Mas acha tempo para velejar e fotografar, hobbies que pratica com excelência.
Quando tinha quatro anos de idade, uma panela que estava sobre o fogão caiu e despejou água fervente sobre o corpo de Erik. Ele foi levado à Casa da Saúde. O caso era grave. Os rins paralisaram e o menino entrou em coma. Quem o atendeu foi o médico Waldemar Penna, que dirigia aquele hospital.
Santarém, na década de 1970, era muito deficiente no atendimento à saúde. E a família não tinha condições para transportá-lo a um grande centro. Todo mundo achava que ele ia morrer, inclusive o médico. Mas, inexplicavelmente, os rins voltaram a funcionar e ele teve alta. Décadas depois, já formado em medicina, os caminhos dos dois voltaram a se cruzar de forma impactante. Waldemar Penna, aos 91, estava à beira da morte, com câncer de pulmão, e chamou Jennings para cuidar dele. Com muita tranquilidade, disse: ‘eu vou morrer, eu só quero que você tire a dor’”. Hoje, o Hospital Regional do Baixo Amazonas Dr. Waldemar Penna, do qual Erik já foi diretor clínico, é referência na região, no tratamento da doença.
“Recebemos esse exemplar da obra Paradô com muito orgulho. Além de ser uma referência na Neurocirurgia do norte do País, Dr. Erik é reconhecido por toda a população como um médico extremamente dedicado, humano e identificado com as suas raízes”, diz o diretor geral do HRBA, Hebert Moreschi, e completa: “Ele é da região e conhece muito bem as riquezas e os desafios da população e da medicina amazônica”.
A trajetória de Erik é curiosa. O médico santareno, além de suas funções no Hospital Regional do Baixo Amazonas, atua também com populações indígenas, remanescentes de quilombo, ribeirinhos e imigrantes, numa região em que proliferam doenças relacionadas à floresta, mas também câncer e trauma. Mas acha tempo para velejar e fotografar, hobbies que pratica com excelência.
Quando tinha quatro anos de idade, uma panela que estava sobre o fogão caiu e despejou água fervente sobre o corpo de Erik. Ele foi levado à Casa da Saúde. O caso era grave. Os rins paralisaram e o menino entrou em coma. Quem o atendeu foi o médico Waldemar Penna, que dirigia aquele hospital.
Santarém, na década de 1970, era muito deficiente no atendimento à saúde. E a família não tinha condições para transportá-lo a um grande centro. Todo mundo achava que ele ia morrer, inclusive o médico. Mas, inexplicavelmente, os rins voltaram a funcionar e ele teve alta. Décadas depois, já formado em medicina, os caminhos dos dois voltaram a se cruzar de forma impactante. Waldemar Penna, aos 91, estava à beira da morte, com câncer de pulmão, e chamou Jennings para cuidar dele. Com muita tranquilidade, disse: ‘eu vou morrer, eu só quero que você tire a dor’”. Hoje, o Hospital Regional do Baixo Amazonas Dr. Waldemar Penna, do qual Erik já foi diretor clínico, é referência na região, no tratamento da doença.
“Recebemos esse exemplar da obra Paradô com muito orgulho. Além de ser uma referência na Neurocirurgia do norte do País, Dr. Erik é reconhecido por toda a população como um médico extremamente dedicado, humano e identificado com as suas raízes”, diz o diretor geral do HRBA, Hebert Moreschi, e completa: “Ele é da região e conhece muito bem as riquezas e os desafios da população e da medicina amazônica”.









Comentários