Publicado em: 24 de fevereiro de 2026
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Pará, desembargador José Maria Teixeira do Rosário, acompanhado pelo diretor-geral Bruno Giorgi Almeida, inaugura nesta quarta-feira (25) às 17h a usina solar da Justiça Eleitoral paraense, no município de Santarém. Com potência de 1,7 MWp, o empreendimento vai suprir cerca de 60% da demanda de energia elétrica de todas as unidades da Justiça Eleitoral no estado. Instalada em uma área de 14 mil metros quadrados, a usina conta com 2.576 placas fotovoltaicas.
O projeto de implantação da usina fotovoltaica teve início em 2022, durante a gestão da desembargadora Luzia Nadja Guimarães, então presidente do TRE do Pará. Na ocasião, foi assinado o termo de cessão do terreno junto à Superintendência do Patrimônio da União (SPU). Posteriormente, na gestão do desembargador Leonam Gondim da Cruz Jr., foi preparada toda a estrutura para o recebimento das placas.
Em abril de 2025, logo no início de sua gestão, o desembargador José Maria Teixeira do Rosário reuniu com o prefeito de Santarém, José Maria Tapajós, e juntos visitaram o canteiro de obras. Com diálogo, ações estratégicas e liderança, buscou soluções para gargalos financeiros, logísticos e de pessoal, conseguindo acelerar o ritmo dos trabalhos. Com o monitoramento contínuo e a articulação institucional, as placas solares foram 100% instaladas. E na etapa final, foi feita a conexão à rede elétrica da concessionária de energia.
A usina é denominada Diogo Seixas Conduru, em homenagem ao jurista que faleceu em agosto de 2025, aos 42 anos de idade. Profissional brilhante e respeitado por sua trajetória e dedicação à advocacia paraense e à docência, atuou no TRE do Pará como juiz substituto e titular da Corte Eleitoral no período de 2020 a 2023.
Terceiro maior colégio eleitoral do Pará, Santarém abriga o Fórum Eleitoral Desembargador Manoel Cacella Alves, abrangendo as Zonas Eleitorais 20ª, 83ª e 104ª, que juntas concentram mais de 246.261 eleitores. Com a usina, o município será referência em energia limpa para a Justiça Eleitoral. Ao substituir fontes tradicionais e poluentes pela energia solar, o projeto contribuirá para a redução de emissões de carbono e trará benefícios ambientais significativos, representando um marco tecnológico não só para o município, mas também para todo o estado.









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