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Reviravolta: o relator do processo, juiz federal José Airton Portela, votou favorável à candidatura de Júnior Hage a prefeito de Monte Alegre (PA). Mas a juíza Rosa Navegantes e os juízes Marcus Alan Gomes, Rafael Fecury Nogueira e Tiago Nasser Sefer abriram dissidência e o julgamento, presidido pelo desembargador Leonam Gondim da Cruz Jr., resultou em quatro votos contrários à candidatura e dois favoráveis, do juiz Airton Portela e do desembargador José Maria Teixeira do Rosário.

A questão era o prazo de domicílio eleitoral. Jr. Hage fixou domicílio eleitoral no município de Monte Alegre em 1º de março deste ano. Mas a Resolução 5.804/2024, aprovada à unanimidade pelo Tribunal Regional Eleitoral, prevê que essa providência seja seis meses antes das eleições, que já estão na porta, como diz o caboclo. O pleito suplementar, em razão da cassação de Jardel Vasconcelos e seu vice, será no próximo dia 9.

Júnior Hage, obviamente, recorrerá da decisão ao TSE. Enquanto isso, em Monte Alegre, os bastidores da política pinta-cuia estão alvoroçados.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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