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Foto: Rodolfo Oliveira
Até que enfim o governo do Estado informou o que todo mundo queria saber:  se a empresa que derrubou a ponte do Moju está sendo responsabilizada ou os paraenses é que estão pagando a conta. Ontem à tarde, em concorrida audiência pública na Assembleia Legislativa, o chefe da Casa Civil, José Megale, disse que o Estado está pagando, enquanto a questão tramita no Judiciário, mas o Pará já foi ressarcido até agora em R$ 10,5 milhões. E o dinheiro está sendo empregado no conserto da ponte, óbvio. As reclamações dos usuários da travessia serviram para que uma terceira balsa grande e uma lancha entrem agora em operação para transportar passageiros. E o governo está procurando mecanismos legais para utilizar os 33 barcos da população local, que também podem fazer a travessia. 

Os caminhões vão começar a ser pesados e aqueles com mais de 80 toneladas não vão passar, porque “todas as vezes que eles passam as balsas quebram e o reparo interrompe a operação por seis horas”, adiantou Megale, que prometeu, também, a sinalização da estrada e mais um conserto emergencial nos 12 quilômetros considerados mais críticos da PA-252, a fim de melhorar a trafegabilidade. Duas vans irão transportar passageiros da balsa até o trevo de Abaetetuba. Outros benefícios serão a manutenção dos banheiros e da iluminação do ponto de travessia das balsas. 

Vamos acompanhar, vamos cobrar.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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