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A Santa Casa de Misericórdia do Pará, que
várias vezes se tornou tristemente notícia mundial pelo elevado número de bebês
mortos, está com nova tragédia anunciada. Demitiu dez médicos plantonistas que
cobriam as salas de parto. Com a grita do deputado Edmilson Rodrigues (PSOL) na
Alepa, que se pronunciou da tribuna e requereu oficialmente explicações à
Sespa, tem agora um só plantonista de dia e dois à noite.
Como se sabe, as parturientes atendidas na
Santa Casa são muito carentes, a maioria subnutrida e com problemas de saúde. É
evidente que seus bebês correm muito mais riscos. Não são raros em que é
necessária imediata entubação, com o atendimento emergencial feito na própria
sala de parto, porque a UTI neonatal está sempre lotada. Principalmente no
período do Natal ao Ano Novo, o colapso no atendimento é mais do que
previsível.
Urge que providências sejam tomadas a fim de
evitar que, por questões burocráticas, muitas vidas sejam ceifadas.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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