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A ausência de imparcialidade é o vício mais repugnante na prestação jurisdicional. O fato demonstra a influência política que membros de TREs exercem, quando deveriam ter imparcialidade para julgar pelejas político-partidárias. Essa questão não é pontual, mas sintomática.”

(Conselheiro José Adonis Callou, cuja reflexão calou fundo na sessão de hoje do CNJ).

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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