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Hoje de manhã deu a maior confusão na rua Conselheiro Furtado, entre Dr. Moraes e Serzedelo Corrêa, defronte ao cemitério da Soledade, em Belém do Pará. Um caminhão guincho saiu recolhendo motos dos trabalhadores da Quadra Engenharia, que constrói um prédio no local. Os operários se armaram com pedaços de pau e retiraram “na marra” as motos do caminhão.

A Quadra e todas as empresas construtoras deveriam de alguma maneira compensar os impactos que causam ao trânsito, ao meio ambiente e à vizinhança, pois caminhões de entrega de material e de fábrica de cimento, além dos contêineres para entulhos, ocupam e obstruem as ruas, causando enormes transtornos, quando não acidentes, durante anos. Sem falar no óbvio que é oferecer estacionamento seguro e regular dentro de sua propriedade aos que trabalham em suas obras. Existe lei para isso. É um espanto que ninguém cumpra e que o poder público não exija o cumprimento.

Assistam ao vídeo e observem que metade da via pública está impedida pela obra. Cidade sem lei. Mas todo mundo reclama e ninguém obedece.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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