O magistrado, professor, escritor e jornalista Luiz Ernane Ferreira Ribeiro Malato, membro da Academia Paraense de Letras e da Academia Paraense de Jornalismo, tomou posse no cargo honorário de Cônsul da República Tcheca, o primeiro no Pará. A cerimônia foi…

Doutora em Ecologia pela University of Stirling, Escócia (1996), pesquisadora titular do Museu Paraense Emílio Goeldi, do qual foi diretora-geral (2005-2009), ex-presidente do Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação-EBC e presidente do Conselho de Administração do Instituto de Desenvolvimento…

O Brasil tem 1,3 milhão de advogad@s e segundo a OAB deve ultrapassar a marca de 2 milhões em 2023. Além disso, o país tem a maior proporção de advogad@s por habitante, um (a) para cada 170 habitantes. Esse crescimento…

O prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, vai inaugurar na terça-feira, 6, a partir das 10h, o Teatro Popular Nazareno Tourinho, no bairro da Cidade Velha, em um prédio que estava abandonado há anos, conhecido como “Casa Amarela”, que estava sem…

Relatos de tragédias amazônicas

O jornalista Evandro Corrêa acompanhou as sessões plenárias ordinárias e extraordinárias da Alepa, ontem, e presenteou o presidente, deputado Chicão, e a mim com exemplares autografados do seu livro “Sobral Santos II e Novo Amapá – 40 anos das tragédias que abalaram o Brasil”. Chicão gostou muito do presente e revelou que veio ainda criancinha, com seus pais, a bordo justamente do Sobral Santos, quando sua família migrou de Rio Branco, no Acre, para Belém do Pará, e a viagem demorou um mês, por conta das dificuldades na navegação do trecho, que na época não dispunha ainda de sinalização náutica e balizamento do canal com boias luminosas. Curiosamente, em 1989, aos 18 anos, Evandro embarcou em Itaituba com suas irmãs Ana Maria e Gorete rumo a Santarém, no “Cisne Branco”, e logo descobriu que era o mesmíssimo Sobral Santos que afundara oito anos antes no porto de Óbidos, matando mais de trezentas pessoas. Reformado e rebatizado para escapar ao estigma, o barco mudou de linha e continua na ativa.

Evandro faz em seu livro este e outros relatos de naufrágios que viraram lenda nos rios da Amazônia, e uma homenagem especial ao jornalista e advogado Sebastião Farconara, seu irmão, que se candidatou a vereador de Belém no ano passado e faleceu em março deste ano, aos 56 anos. Agradeço a gentileza do gesto, é uma obra que diz muito da realidade ribeirinha e das populações invisibilizadas neste mundão de águas.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *