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Há duas semanas o TCU aprovou o cálculo preliminar apresentado pela Empresa de Pesquisa Energética, estimando o custo da obra da UHE-Belo Monte em R$ 16 bilhões e estipulando R$ 68 por megawatt/hora como tarifa máxima. Como o blog já cantou a pedra há um tempão, as empreiteiras estão batendo o pé e a EPE vai refazer as contas. A justificativa é de que tem que incorporar R$ 1,5 bilhão para o cumprimento das exigências ambientais feitas pelo Ibama na licença prévia do projeto. Como se fosse fato superveniente, o que não é, porque aqui mesmo já foi divulgado esse valor. Depois os burocratas reclamam quando o TCU aponta essas discrepâncias e barra a construção.

Du-vi-do que a obra custe menos que R$20 bilhões. Pode até bater nos R$30 bilhões, ao fim e ao cabo. É esperar e conferir.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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