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Acaba de ser lançado pela Editora Unama o livro Política, Economia e Meio Ambiente na Amazônia, pensado a partir do território amazônico e organizado por João Cláudio Tupinambá, Edyr Veiga e Carlos Eduardo Siqueira, disponível gratuitamente em e-book.

A obra é prefaciada pela professora doutora Betânia Fidalgo Arroyo, reitora da Unama, presidente do Conselho Estadual de Educação, e membro da Academia Paraense de Letras, que recomenda o livro não apenas um compêndio de estudos. “É um convite urgente à reflexão profunda e à ação prática a partir da maior e mais estratégica região biodiversa do Brasil e do planeta: a Amazônia. O mérito deste trabalho reside em sua abordagem interdisciplinar e multidimensional porém integrada, evitando a simplificação de um tema que exige profundidade”. E complementa: “a obra demonstra de maneira categórica que a conservação ambiental na Amazônia não pode ser dissociada do desenvolvimento socioeconômico e das decisões políticas (governança, regulamentação e fiscalização). A falha em uma dessas áreas compromete as demais”.

João Cláudio Tupinambá Arroyo é doutor em Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente e mestre em Economia pela Universidade da Amazônia, de onde é pró-reitor de Pesquisa e Extensão. Pesquisador e militante da Economia Solidária desde 1999, tem 9 livros publicados, todos acessíveis como e-book.

Edyr Veiga é mestre e doutor em Ciência Política, especialista em Política Brasileira e Instituições Políticas e professor associado IV da Universidade Federal do Pará.

Carlos Eduardo Siqueira é professor do magistério superior, graduado em Administração, especialista em República, Democracia e Movimentos Sociais, mestre em Ciência Política e doutor em Relações Internacionais.

“O objeto central desta obra é a busca por um novo paradigma de desenvolvimento para a Amazônia: um modelo que seja, simultaneamente, economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente sustentável. Em essência, o livro questiona o status quo e propõe um caminho para reverter a lógica que associa prosperidade regional à destruição da floresta. Ele se concentra na economia política da região, explorando como os incentivos, o financiamento (público e privado) e os arranjos institucionais podem ser realinhados para que a proteção da floresta seja mais vantajosa do que sua derrubada”, sintetiza a reitora no prefácio.

Acessem o livro aqui.








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