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Parceria do TRT8 e Comissão Justiça e Paz

Foto: Edney Martins

Liderada pelo bispo do Marajó, Dom José Luiz Azcona, a Comissão Justiça e Paz da CNBB Norte II reuniu hoje com o presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, desembargador Sérgio Rocha, e celebrou parceria no sentido de reforçar o enfrentamento à exploração sexual infantojuvenil e tráfico de pessoas, mazelas que afligem os Estados do Pará e Amapá, território de atuação de ambos. A exemplo do pioneirismo e eficácia da Justiça do Trabalho no combate ao trabalho escravo e infantil, que reduziu em muito a presença de crianças em carvoarias, por exemplo, e outras formas degradantes de trabalho, a ideia é construir uma rede de proteção incluindo o Ministério Público do Trabalho, que poderá ajuizar ações requerendo a aplicação de multas milionárias às empresas de navegação e rodoviárias que permitirem o abuso contra crianças e adolescentes ou o transporte de pessoas aliciadas, para tanto utilizando o arcabouço legal que dispõe sobre o ambiente de trabalho.

Na sexta-feira passada a CJP realizou a sua primeira reunião de planejamento de 2016, quando avaliou os novos desafios e a importância da mobilização geral para o combate às violações de direitos humanos. A comissão, formada por religiosos e leigos, já existe há mais de 15 anos e tem um leque grande de atuação, priorizando quatro eixos de ação: combate à exploração sexual de crianças e adolescentes e ao tráfico de pessoas, combate à corrupção eleitoral; formação em Direitos Humanos; e fortalecimento da Comissão Justiça e Paz em todas as dioceses e prelazias.

A CJP é articulada com as demais pastorais e organismos da CNBB Norte 2 e tem realizado um trabalho de repercussão nacional e internacional em prol de tantas vidas feridas em sua dignidade, no âmbito do Pará e do Amapá. A Comissão pretende ampliar parcerias com outras instituições e fortalecer o grupo de multiplicadores. É importante que toda a sociedade se envolva e assuma essa luta como uma realidade que está bem perto de cada cidadão. O comprometimento tem que ser de todos, católicos ou não, corresponsáveis pela vida humana, a fim de que as pessoas fiquem em alerta e denunciem ações criminosas. 

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