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Os dados de rendimento domiciliar per capita de 2025, apurados pelo IBGE com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, são alarmantes. O valor médio do Brasil ficou em R$ 2.316, evidenciando a imensa desigualdade social e a penúria da maioria absoluta da população. O Distrito Federal tem a maior média (R$ 4.538) e o Maranhão a menor (R$ 1.219). O valor é a soma de todos os rendimentos da casa dividida pelo número de moradores e esses números são fundamentais para os recursos federais serem distribuídos conforme a realidade de cada região.

Essa divulgação atende à Lei Complementar 143/2013, que estabelece os novos critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal.
O rendimento domiciliar per capita foi calculado como a razão entre o total dos rendimentos domiciliares (nominais) e o total dos moradores. Nesse cálculo, são considerados os rendimentos de trabalho e de outras fontes. Todos os moradores são considerados, inclusive os pensionistas, empregados domésticos e parentes dos empregados domésticos.

O Pará, com R$1.420, fica atrás de todos os estados da região Norte, só não está pior do que o Acre. À exceção de Rondônia, com R$1.991, Roraima, com R$1.878, e o Amapá, com R$1.697, todos têm menos de um salário mínimo per capita.

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