Governador do Pará e presidente do Consórcio de Governadores da Amazônia Legal, Helder Barbalho está com agenda intensa em Brasília, e em reunião com Lula nesta sexta-feira (27) apresentou documento proposto pelo CAL. Para o desenvolvimento regional do bioma amazônico,…

O Papa Francisco nomeou o atual bispo da prelazia de Marajó (PA), Dom Evaristo Pascoal Spengler, bispo de Roraima (RR), que estava sem titular há um ano, desde a transferência de Dom Mário Antônio da Silva para a arquidiocese de…

Utilizar o futebol como ferramenta de transformação social para crianças e adolescentes de todo o Pará é o objetivo do projeto "Futebol Formando Cidadão", que será lançado neste domingo (29) no oeste paraense. A iniciativa é do Tapajós Futebol Clube,…

No próximo sábado, 28, é o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. Esta semana, foram divulgados dados da Secretaria de Inspeção do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) referente a 2022, quando foram resgatados 2.575 trabalhadores em condições análogas…

Para além dos códigos

Vocês sabiam que em 1º de maio de 1941, em pleno campo de futebol do Vasco da Gama, na capital federal à época, Getúlio Vargas declarou instalada a Justiça do Trabalho, composta pelo Conselho Nacional do Trabalho (CNT) e oito Conselhos Regionais do Trabalho (CTRs)? Daí surgiram os oito primeiros TRTs com sedes no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo-Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém – e 36 Juntas de Concialição e Julgamentos (JCFs), com representação paritária (um juiz presidente e dois vogais). Ernesto Chaves Neto foi o primeiro presidente do TRT 8ª (então CRT-8ª Região), tomando posse em 16 de abril de 1941. Foram lembrados nomes de ilustres paraenses como Orlando Bittar, Sílvio Meira e o juiz Roberto Santos, ainda vivo e aposentado.

Pois ontem, a sessão especial em homenagem aos 70 anos de instalação da Justiça do Trabalho da 8ª Região, na Assembléia Legislativa do Estado do Pará, foi uma verdadeira aula de História.

O presidente do TRT 8ª, desembargador José de Alencar, foi muito feliz ao dizer “Somos guardiões da promessa do mundo justo, para além dos códigos” e ratificar a postura da magistratura trabalhista em auxiliar no melhoramento do Índice de Desenvolvimento Humano do Estado e de se manter engajada em seu papel social, com os olhos voltados para um processo cada vez mais célere.

O deputado Edmilson Rodrigues, que propôs a sessão e foi o orador oficial, afirmou que a Justiça do Trabalho tem firmado a condição de ser a instituição que garante o princípio constitucional da igualdade ao cidadão trabalhador. “O juiz vê os mais frágeis para reduzir as desigualdades, e cumpre seu papel com sensibilidade. É o fazer cumprir dos direitos”, concluiu.

O Hino Justiça do Trabalho, composto pelo desembargador Vicente Malheiros da Fonseca, decano e ex-presidente do tribunal, foi executado durante a sessão pela pianista Leandra Vital e pela cantora lírica Gabriella Florenzano.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *