Quando todos apostavam em uma radicalização que causasse esgarçamento das relações empresariais na cúpula das indústrias instaladas no Pará, a diretoria da Federação das Indústrias do Estado do Pará, liderada por José Conrado Santos e José Maria Mendonça, deu uma…

Os botânicos Fúvio Oliveira e Rafael Gomes, doutorandos do Programa de Pós-graduação em Botânica Tropical do Museu Paraense Emílio Goeldi e Universidade Federal Rural da Amazônia, concorreram com 86 jovens cientistas do mundo inteiro e estão entre os 23 contemplados…

Na próxima terça-feira, dia 16, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Chicão, deverá incluir na pauta do plenário a apreciação do Processo nº 7/2022, encaminhado pelo Tribunal de Contas do Estado, tratando da prestação de contas do Governo do Pará…

Liderados pelo presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), promotor de justiça Manoel Murrieta, que é paraense, promotores, procuradores, juristas e convidados do Brasil inteiro irão reafirmar o compromisso institucional do Ministério Público e o seu papel…

Pai abusava da filha de três anos e mãe filmava

José Augusto Barbosa Magalhães abusava sexualmente de sua filhinha de apenas 3 anos, com o agravante de a própria mãe da criancinha estimular e filmar os atos. Um desses vídeos vazou em grupo de WhatsApp e chegou às mãos do conselheiro tutelar José Nazareno, que imediatamente registrou um Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia Civil do município de Santa Cruz do Arari, no arquipélago do Marajó (PA), pedindo providências.

O delegado de polícia superintendente regional do Marajó Oriental, Rodrigo Amorim, já tombou o inquérito, requerendo a prisão do abusador, que mora na Vila Jenipapo, no interior de Santa Cruz do Arari, e também tem residência na rua do Lixão, no centro da cidade.

Antes da prisão ser decretada, o abusador se evadiu e está na condição de foragido. A imagem dele é precária mas, se alguém o vir, deve denunciar à Polícia Civil ou Polícia Militar. O Ministério Público deve agir para preservar a integridade e dignidade da criança, e o juiz da comarca afastá-la o quanto antes do convívio da mãe.

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