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Bom dia, amigos, quinta-feira de luz, esperança e garra para vencermos os desafios que nos são impostos! E vamos que vamos! Na foto da Irmã Henriqueta Cavalcante, o rio Oiapoque, na fronteira do Amapá com a Guiana Francesa. Aliás, muita gente não sabe, mas o antigo SNAPP (Serviço de Navegação da Amazônia e Administração do Porto do Pará), órgão encarregado da gestão da Port of Pará e da Companhia de Comércio e Navegação do Amazonas, criado em 27 de abril de 1940 e extinto através do Decreto 61.600, de 6 de setembro de 1967, tinha uma linha regular de cargas e passageiros Belém/Caiena/Belém, com escalas em Macapá, Oiapoque e St. George, utilizando dois navios “gaiolas” denominados “Oiapoque” e “Cassiporé”.
Com a extinção do SNAPP, em seu lugar foram fundadas a Companhia Docas do Pará (CDP), com a função de “promover a administração dos portos organizados e terminais do Pará”, e a Empresa de Navegação da Amazônia S/A (ENASA), destinada a “explorar o transporte aquaviário da Bacia Amazônica”, esta também já extinta. Quem sabe tudo dessa época é o jornalista Alyrio Sabbá, que há 45 anos escreve uma coluna especializada em navegação, em O Liberal, e começou a trabalhar justamente no SNAPP.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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