A igreja de São Francisco de Assis em Belém do Pará, carinhosamente chamada pelos fiéis de "Capuchinhos", completará cem anos de sua inauguração em 02 de outubro de 2022. A abertura oficial das festividades será com um concerto na igreja…

O trânsito continua matando mais do que muitas guerras. A administradora Gina Barbosa Calzavara, coordenadora dos bosquinhos da Universidade Federal do Pará, fez uma emocionante homenagem à memória do jovem Jean Serique Lameira, esportista do ciclismo e que também usava…

O Laboratório de Engenharia Biológica do Parque de Ciência e Tecnologia - PCT Guamá está estudando o sequenciamento genético do açaí, de modo a assegurar a rastreabilidade de ponta a ponta na cadeia produtiva e padrões de qualidade para os…

A Lei estadual nº 9.278/2021, que entrou em vigor em 30 de junho deste ano, instituindo a obrigação de que pessoas residentes em condomínios, conjuntos habitacionais e similares comuniquem à Polícia Civil, de forma imediata, qualquer tipo de agressão praticada…

Operação Timbó em Igarapé Miri

FOTO: WALRIMAR SANTOS
Tráfico de drogas, assassinatos, assaltos à mão armada, roubos de veículos, desordem, terror e caos. A violência aflige há anos a população de Igarapé Miri, de todas as formas. Hoje, uma força-tarefa envolvendo 180 policiais civis da capital, de divisões especializadas e de delegacias do interior vinculadas às superintendências regionais de Castanhal, Abaetetuba, Capanema e Paragominas, além de 20 policiais militares da Rotam, divididos em 50 equipes com uso de mais de 60 viaturas policiais, impactou o município. Trinta e quatro pessoas – 27 homens, 4 mulheres e três adolescentes – foram presas.
A operação Timbó mobilizou o próprio secretário de Segurança Pública, general Jeannot Jansen; o delegado geral, Rilmar Firmino, e o comandante geral da PM, coronel Roberto Campos, e se baseou no levantamento feito nos últimos três meses pela equipe da delegacia local e o Núcleo de Inteligência da Polícia Civil. 

A criminalidade chegou a tal ponto em Igarapé-Miri que no dia 14 de março deste ano o prefeito Ronélio Antônio Rodrigues Quaresma (o Toninho Peso Pesado, do PMDB), o vice-prefeito, vereadores, secretários municipais, lideranças de movimentos sociais, e até o padre Josinei dos Santos Lopes, da igreja católica carismática, juntamente com o pastor evangélico do município – todos integrantes do Movimento Popular pela Segurança Pública de Igarapé Miri – foram à Assembleia Legislativa pedir socorro aos deputados. Para se ter uma ideia da gravidade da situação, enquanto estavam reunidos na Alepa duas pessoas foram executadas no município e o prefeito disse que era uma retaliação à busca de apoio no combate ao crime. 

Na ocasião, além de relatar com detalhes horripilantes a selvageria que aterroriza a população, a comitiva protocolou documento historiando as incontáveis audiências públicas, bloqueio de vias, protestos e reuniões com autoridades dos comandos das polícias civil e militar, sem, contudo, conseguir efeitos práticos eficazes e eficientes. 

Nos últimos seis meses, a situação tem sido de calamidade pública. São assaltos a residências, invasões de propriedades rurais em comunidades ribeirinhas, escolas saqueadas e execuções em profusão. O clima é de convulsão social, grupos de narcotraficantes dominam a região.

O presidente da Alepa, deputado Márcio Miranda(DEM), recebeu a comitiva ao lado dos deputados Eliel Faustino (DEM, líder do Governo), Raimundo Santos (líder do PEN e presidente da Comissão de Constituição e Justiça), Coronel Neil (PSD, presidente da Comissão de Segurança Pública), Júnior Hage (PDT, presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária), Cássio Andrade (PSB, 1º Secretário da Mesa Diretora), Iran Lima (líder do PMDB), Celso Sabino (líder do PSDB), Renato Ogawa (líder do PR e vice-presidente da Comissão de Turismo e Esporte), Chicão(PMDB, presidente da Comissão de Relações do Trabalho, Previdência e Assistência Social), Júnior Ferrari (PTB, presidente da Comissão de Transportes, Comunicação e Obras Públicas), Lélio Costa(PCdoB, presidente da Comissão de Cultura), Soldado Tércio (PROS, 4º Secretário) e Martinho Carmona(PMDB) e, de imediato, acionou a cúpula da Segup a fim de que fossem tomadas medidas emergenciais.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *