Publicado em: 2 de maio de 2012

O uso do cachimbo faz a
boca torta e a velha confusão entre público e particular se evidencia cada vez mais.
boca torta e a velha confusão entre público e particular se evidencia cada vez mais.
As gravações
feitas pela Polícia Federal mostrando que o deputado Carlos Alberto Leréia
(PSDB-GO) usou o prestígio do cargo de presidente da Comissão de Relações
Exteriores da Câmara para agilizar a emissão de vistos internacionais a pedido
do grupo de Carlinhos Cachoeira é escândalo nacional.
feitas pela Polícia Federal mostrando que o deputado Carlos Alberto Leréia
(PSDB-GO) usou o prestígio do cargo de presidente da Comissão de Relações
Exteriores da Câmara para agilizar a emissão de vistos internacionais a pedido
do grupo de Carlinhos Cachoeira é escândalo nacional.
Aqui no
Pará, o secretário
de Estado de Comunicação Ney Messias Jr. usou mais do que o prestígio do cargo.
Usou o dinheiro público para pagar até mesmo a emissão de guia de recolhimento
de concessão de seu passaporte comum, como se vê na publicação do DOE no último
dia 24. A justificativa? Irá acompanhar o governador Simão Jatene (PSDB) – com passagens
e gordas diárias pagas com o meu, o seu, o nosso dinheirinho -, em viagem internacional
para a Malásia e China, aliás, uma comitiva de rei, com quase 50 integrantes.
Quem sabe sua presença será útil para fazer fotos de recordação em seu telefone
pago pelo contribuinte, a exemplo do secretário do governador Sérgio Cabral
(PMDB), em seu passeio em Paris com a cúpula da Delta?
Pará, o secretário
de Estado de Comunicação Ney Messias Jr. usou mais do que o prestígio do cargo.
Usou o dinheiro público para pagar até mesmo a emissão de guia de recolhimento
de concessão de seu passaporte comum, como se vê na publicação do DOE no último
dia 24. A justificativa? Irá acompanhar o governador Simão Jatene (PSDB) – com passagens
e gordas diárias pagas com o meu, o seu, o nosso dinheirinho -, em viagem internacional
para a Malásia e China, aliás, uma comitiva de rei, com quase 50 integrantes.
Quem sabe sua presença será útil para fazer fotos de recordação em seu telefone
pago pelo contribuinte, a exemplo do secretário do governador Sérgio Cabral
(PMDB), em seu passeio em Paris com a cúpula da Delta?









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