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O silêncio da chamada grande mídia parauara em relação às irregularidades praticadas na Câmara Municipal de Belém é ensurdecedor. Não se fala em outra coisa nos meios jornalísticos, jurídicos e de formadores de opinião. A ideia burra de quem achou que bastava fazer acertos de bastidores teve resultado oposto. O tiro saiu pela culatra.

Os políticos corruptos devem aprender uma lição básica: depois do advento da internet, não há mais como calar denúncias. Elas proliferam em todos os cantos e produzem efeitos práticos.

No máximo, ano que vem, nas eleições municipais, acaba a roubalheira. O povo cansou de ser desrespeitado. A resposta virá nas urnas, se o MP e o Judiciário não agirem de pronto.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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