0


O trajeto até a Vila de Ajuruteua, na cidade histórica de Bragança – uma das mais antigas e bonitas do Pará – já antecipa as belezas do lugar: na rodovia, ladeada por mangues, é preciso tomar cuidado para não atropelar os caranguejos, cujas fêmeas atravessam a pista atrás de lugar seguro para suas crias. De quebra, dá para ver a revoada de garças e guarás que se refugiam na ilha de Canelas para a preservação da espécie. Nas praias de águas claras e areia fina, o vento é constante.


A praia de Campo do Meio tem pousadas, bares, restaurantes e lanchonetes. As saborosas estórias dos pescadores nativos são atração à parte, como a da carcaça de um navio que, há uns 300 anos, vindo da África cheio de escravos, afundou no local. Dizem que durante a noite ele fica todo iluminado.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

Alô, 190!

Anterior

Esforço concentrado

Próximo

Vocë pode gostar

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *