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O tempo e a lei

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado vai realizar em Belém, no próximo dia 2 de julho, audiência pública para debater a situação da pecuária paraense. Serão convidados produtores rurais, representantes dos frigoríficos e fazendas, Ministério Público Federal e Ongs. A iniciativa partiu dos senadores Gilberto Goellner (DEM-MT) e Flexa Ribeiro (PSDB-PA). A Comissão poderá realizar ainda diligências pelo interior, afim de verificar a situação das fazendas e frigoríficos denunciados pelo MPF. Hoje, 13 frigoríficos e 21 fazendas figuram na lista suja.

Mas o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne, Roberto Giannetti da Fonseca, defende os produtores alegando, vejam só, que “nos anos 70, se o produtor rural que ocupasse aquela terra não desmatasse 50%, era penalizado. Existia punição para quem não cumprisse essa meta. A lei mudou e exige hoje os 80%. Então, aqueles que cumpriam a determinação federal, de repente ficaram à margem da lei”, sem tremer a língua e sem lembrar que, de lá para cá, se passaram quase 40 anos. Tempo suficiente, convenhamos, para ajustes e adequações. Além do que a ninguém é lícito ignorar a lei.

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