A expectativa era grande em relação à ida do governador Helder Barbalho à Assembleia Legislativa para a leitura da Mensagem na instalação da 61ª Legislatura. Funcionou como uma espécie de termômetro da Casa, que abriga novos deputados na oposição, e…

Foram empossados hoje na Assembleia Legislativa do Pará os 41 deputados estaduais eleitos para a 61ª Legislatura (2023-2027). Em seguida houve eleição para a Presidência e a Mesa Diretora, em chapa única, tendo sido reeleito praticamente à unanimidade – por…

O governador Helder Barbalho está soltando a conta-gotas os nomes dos escolhidos para compor o primeiro escalão de seu segundo governo. Nesta quarta-feira será a posse dos deputados estaduais e federais e dos senadores, e a eleição para a Mesa…

Pela primeira vez na história, está em curso  um movimento conjunto da Academia Paraense de Letras, Academia Paraense de Jornalismo, Instituto Histórico e Geográfico do Pará e Academia Paraense de Letras Jurídicas, exposto em ofício ao governador Helder Barbalho, propondo…

O silêncio garante a impunidade

O escritor peruano e Nobel de Literatura, Mario Vargas Llosa, lançou holofotes em âmbito planetário a um crime que acontece em todas as camadas sociais e crenças religiosas, embora muita gente ainda insista em achar que é drama só das famílias pobres: o abuso sexual de crianças e adolescentes. Via de regra, é cometido por familiares, vizinhos ou pessoas próximas que têm autoridade sobre a vítima. Vargas Llosa tinha 12 anos quando foi atacado por um padre. Ele relatou o caso no seu livro de memórias “El pez en el agua”, de 1993, mas, nesta semana, na Feira Virtual do Livro de Cajamarca, no Peru, avaliando que hoje há mais facilidade de abordar o tema em público, o que não era possível na época em que sofreu a violência, aproveitou para alertar que proteger crianças contra abusos é “a primeira obrigação de uma sociedade”. “Quando senti suas mãos vasculhando minha braguilha, fiquei muito nervoso, saí da sala e ele também foi tomado pelo mesmo nervosismo”, disse Vargas Llosa, explicando que conseguiu escapar quando percebeu o que iria acontecer. Mas sabe que, para outros meninos e meninas, as consequências foram trágicas e destruíram vidas. É dever de todos e de cada um denunciar e proteger os vulneráveis.

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