A Associação do Ministério Público do Estado do Pará elegeu nesta sexta-feira, 24, a nova diretoria da Assembleia Geral, Diretoria Administrativa e Conselho Fiscal, para o biênio 2022-2024. Os promotores de justiça Alexandre Tourinho e Fábia Fournier, presidente e vice-presidente,…

O CineSal desta semana foi com a professora doutora Sidiana Macêdo, que abordou o tema "Na cozinha de Babette", sobre o filme "A festa de Babette", de 1987, baseado no livro homônimo, da escritora dinamarquesa Karen Blixen, com direção de…

A juíza titular da 1ª Vara do Trabalho de Parauapebas, Roberta de Oliveira Santos, homologou, hoje, 24, o pagamento dos direitos trabalhistas a uma mulher que atuava como cozinheira em um grande hotel da cidade, a mais rica do Pará.…

Vai ser em alto estilo, neste sábado (25), ao cair da tarde, a inauguração do restauro do Palacete Faciola: show da Amazônia Jazz Band e abertura das exposições "Belém Passado/Presente", em homenagem ao saudoso professor, arquiteto e urbanista Flávio Nassar;…

O silêncio garante a impunidade

O escritor peruano e Nobel de Literatura, Mario Vargas Llosa, lançou holofotes em âmbito planetário a um crime que acontece em todas as camadas sociais e crenças religiosas, embora muita gente ainda insista em achar que é drama só das famílias pobres: o abuso sexual de crianças e adolescentes. Via de regra, é cometido por familiares, vizinhos ou pessoas próximas que têm autoridade sobre a vítima. Vargas Llosa tinha 12 anos quando foi atacado por um padre. Ele relatou o caso no seu livro de memórias “El pez en el agua”, de 1993, mas, nesta semana, na Feira Virtual do Livro de Cajamarca, no Peru, avaliando que hoje há mais facilidade de abordar o tema em público, o que não era possível na época em que sofreu a violência, aproveitou para alertar que proteger crianças contra abusos é “a primeira obrigação de uma sociedade”. “Quando senti suas mãos vasculhando minha braguilha, fiquei muito nervoso, saí da sala e ele também foi tomado pelo mesmo nervosismo”, disse Vargas Llosa, explicando que conseguiu escapar quando percebeu o que iria acontecer. Mas sabe que, para outros meninos e meninas, as consequências foram trágicas e destruíram vidas. É dever de todos e de cada um denunciar e proteger os vulneráveis.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *