Os dirigentes do Sindicato e da Associação dos Servidores da Assembleia Legislativa festejaram o resultado da reunião de hoje com o presidente da Alepa, deputado Chicão, que também convidou para o encontro o Chefe de Gabinete da Presidência, Reginaldo Marques…

A Administração Superior do Ministério Público do Pará está empenhada em fortalecer a atuação dos promotores de justiça no arquipélago do Marajó, onde a situação de extrema pobreza, agravada pela pandemia, perpetua crimes gravíssimos como os abusos e exploração sexual…

“A Prefeitura de Belém, por meio da Comissão de Defesa Civil de Belém, informa que realizou vistoria técnica no bloco B do imóvel localizado na avenida Presidente Vargas, 762, no dia 11 de fevereiro, às 9h, em conjunto com representantes…

DEM e PSL ainda nem consumaram a fusão, prevista para outubro deste ano, mas a briga já é de foice. O ex-presidente do Senado Davi Alcolumbre e o ex-prefeito de Salvador ACM Neto duelam nos bastidores pelo comando do novo…

O silêncio garante a impunidade

O escritor peruano e Nobel de Literatura, Mario Vargas Llosa, lançou holofotes em âmbito planetário a um crime que acontece em todas as camadas sociais e crenças religiosas, embora muita gente ainda insista em achar que é drama só das famílias pobres: o abuso sexual de crianças e adolescentes. Via de regra, é cometido por familiares, vizinhos ou pessoas próximas que têm autoridade sobre a vítima. Vargas Llosa tinha 12 anos quando foi atacado por um padre. Ele relatou o caso no seu livro de memórias “El pez en el agua”, de 1993, mas, nesta semana, na Feira Virtual do Livro de Cajamarca, no Peru, avaliando que hoje há mais facilidade de abordar o tema em público, o que não era possível na época em que sofreu a violência, aproveitou para alertar que proteger crianças contra abusos é “a primeira obrigação de uma sociedade”. “Quando senti suas mãos vasculhando minha braguilha, fiquei muito nervoso, saí da sala e ele também foi tomado pelo mesmo nervosismo”, disse Vargas Llosa, explicando que conseguiu escapar quando percebeu o que iria acontecer. Mas sabe que, para outros meninos e meninas, as consequências foram trágicas e destruíram vidas. É dever de todos e de cada um denunciar e proteger os vulneráveis.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *