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Postei ontem este comunicado da Equatorial Pará nas redes sociais a título de informação de utilidade pública, a fim de tranquilizar a população, já que corria nas redes sociais fake news de que haveria outro apagão.

Mas o tal comunicado simplesmente desinforma: os endereços nele constantes são impossíveis, de modo que o foco hoje é o descaso da concessionária de energia elétrica com seus usuários, vez que a comunicação da empresa foi para o brejo.

Quem redigiu o comunicado sequer conhece Belém, muito menos a história do Brasil, eis que uma das principais vias da cidade, a Av. Presidente Vargas (obviamente Getúlio) é chamada ora de “Av. Presidente Castelo Branco”, ora de “Av. Portugal”. O histórico bairro da Campina é denominado “Campinas”. A travessa Primeiro de Março é chamada assim e em seguida como rua. A travessa Padre Prudêncio é tachada de rua. Ademais, a empresa grafa a abreviação de travessa como tv. ao invés do correto, Trav.

Um verdadeiro samba do crioulo doido, como diria o irreverente Stanislaw Ponte Preta, em seu clássico (por isso mesmo sempre atual) Febeapá (Festival de Besteira que Assola o País).

Confiram.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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