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O jornalista Lúcio Flávio Pinto tem sido vítima de processos políticos que dão ao Pará as características de um Estado ditatorial. A justiça, agindo com parcialidade e tendenciosidade, faz a vontade dos donos do maior império de comunicação do Norte do Brasil, empenhados em sufocar a verdade e reescrever a história para atender seus caprichos e suscetibilidades. Este livro diz um não a esse Gulag ao tucupi.”

(Trecho da orelha de A História Censurada (O Pará dos nossos dias), novo livro do jornalista Lúcio Flávio Pinto, que amanhã começa a ser vendido nas bancas e livrarias.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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