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Em Abaetetuba, a polícia age burocraticamente. Ou como Pilatos – simplesmente lava as mãos. Qualquer um chega, faz um Boletim de Ocorrência, diz o que quer de um desafeto, e a delegada Andreza, ao invés de apurar a denúncia, manda fazer logo TCO e envia de imediato ao Juizado Especial Criminal, sem qualquer investigação ou providência mínima. Resultado: o Judiciário e o Ministério Público, sobrecarregados num município tragicamente conhecido pelo tráfico de drogas, contrabando e abusos sexuais, são acionados indevidamente. O que ainda por cima gera direito a novos processos por denunciação caluniosa.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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