A juíza Sara Augusta Pereira de Oliveira Medeiros, titular da 3ª Vara Cível, Infância e Juventude, Órfãos, Interditos e Ausentes de Castanhal (PA) exarou uma sentença emblemática, em plena Semana da Pessoa com Deficiência: obrigou a Escola Professor Antônio Leite…

Observando que é irracional o deslocamento de grande quantidade de pacientes em busca de tratamento, o Ministério Público do Pará ajuizou Ação Civil Pública contra o Estado do Pará e o Município de Marabá, para a criação de Unidade de…

O governador Helder Barbalho sanciona hoje à noite, em cerimônia no auditório do Centur, o 'Vale Gás' e o 'Água Pará', destinados a famílias de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social. Ambos serão gerenciados e fiscalizados pela Secretaria…

Ciclistas liderados pelo grupo Pedal Mulher Nota 100, com apoio de alunos e voluntários da Universidade Federal do Pará e da Academia Paraense de Jornalismo, realizarão uma performance, nesta quinta-feira (23), das 8h às 10h, a fim de chamar a…

Na contramão

Em Abaetetuba, a polícia age burocraticamente. Ou como Pilatos – simplesmente lava as mãos. Qualquer um chega, faz um Boletim de Ocorrência, diz o que quer de um desafeto, e a delegada Andreza, ao invés de apurar a denúncia, manda fazer logo TCO e envia de imediato ao Juizado Especial Criminal, sem qualquer investigação ou providência mínima. Resultado: o Judiciário e o Ministério Público, sobrecarregados num município tragicamente conhecido pelo tráfico de drogas, contrabando e abusos sexuais, são acionados indevidamente. O que ainda por cima gera direito a novos processos por denunciação caluniosa.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *