Nesta quinta-feira, dia 21, até o sábado, 23, a Escola do Legislativo da Assembleia Legislativa do Pará oferece os cursos de qualificação e atualização do projeto Forma Alepa/Elepa Itinerante em Santarém, atendendo toda a região do Baixo Amazonas, abrangendo também…

Em reunião conjunta das Comissões de Fiscalização Financeira e Orçamentária (CFFO) e de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (18) foi aprovado o projeto de lei nº 363/2021, que autoriza o Governo do Pará a contratar operação…

Não houve o célebre círio fluvial de Oriximiná no rio Trombetas este ano, por causa da pandemia, mas a imagem de Santo Antônio flanou pelas águas, levada pela comunidade de várzea do Rio Cachoeiry, que celebrou o verão depois da…

Aprender mais sobre as boas práticas Lixo Zero e como aplicá-las no dia a dia, repensando hábitos de consumo e inspirando a população a enxergar os seus resíduos com dignidade é o que propõe a programação que acontecerá entre os…

MP analisa caso da aluna cotista da UEPA


O procurador da República Alan Mansur, que atuou durante quatro anos na área de concursos e vestibulares na área federal, ao tomar conhecimento da aluna cotista da UEPA que é filha dos donos da escola onde cursou o ensino médio, oficiou comunicando o caso à promotora de justiça Maria da Penha Buchacra, do Ministério Público do Estado do Pará em Belém, responsável pela área, uma vez que não se trata de matéria federal, mas considera grave a questão. O representante do MPF entende que, em tese, a situação “fere os princípios da administração pública, já que desvirtua completamente a finalidade das cotas em universidades públicas, principalmente para um curso que visa uma função social importantíssima, que é a Medicina”. Em anexo ao expediente, o procurador enviou cópias da notícia publicada aqui e no G1/Pará, o edital da UEPA e o resultado do vestibular com o nome da estudante. O ofício será protocolado amanhã de manhã. A promotora de justiça Maria da Penha Buchacra  vem atuando com destaque na área de concursos e provas, e é a ela que compete avaliar o caso e tomar as medidas pertinentes. 

Em 2010, o procurador Alan Mansur recebeu denúncias de fraudes em cotas no vestibular da UFPA. Investigou e pediu para a própria universidade apurar e conceder o contraditório e ampla defesa aos estudantes, a fim de que pudessem exercer a autotutela administrativa. A UFPA apurou e concluiu que seis estudantes de escola privada utilizaram certificado do DESU (espécie de supletivo) para se matricularem por cota (5 em Medicina e 1 em Engenharia Civil). Os estudantes alegaram que isso seria uma “brecha” no edital, mas a UFPA expulsou cinco candidatos. Outro expulso foi questão mais grave, já que havia falsidade de documento de escola pública. No caso da fraude documental, houve denúncia criminal. Nos demais, foi suficiente a expulsão administrativa pela UFPA. Na época, o reitor Carlos Maneschy declarou que a universidade “estará ainda mais atenta para garantir que só ingressem alunos que tenham conquistado a vaga por direito”. O reitor afirmou, ainda, que “a universidade não irá tolerar situações como essa”.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *