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Acabo de sair de uma clínica de exames por imagens e, enquanto esperava em uma sala onde só havia mulheres, a TV ligada de repente causou um alvoroço, eis que mencionou a síndrome do marido aposentado.

Foi um auê. A mulherada ficou indócil. Todas se empertigando e concordando que é um horror. Marido em casa, nem pensar. Ficam muito dengosos, querem que vá buscar água, pegar biscoito, não acham nada (também não procuram), reclamam de tudo. Melhor que fiquem trabalhando até mais tarde, e até não poderem mais.

Devo fazer o oportuno registro de que eu não penso assim. Mas, caros leitores do sexo masculino, como se vê, marido em casa está em baixa. O que vocês têm a dizer acerca de tal constatação?
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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